Projeto URBAL - Políticas Locais de Prevenção da Violência

Este Projeto é financiado pela União Européia

Projeto URBAL - Políticas Locais de
Prevenção da Violência

O Projeto URBAL - Políticas Locais de Prevenção da Violência faz parte do Programa URB-AL III com o objetivo de contribuir para o fortalecimento de políticas públicas de prevenção da violência e de promover a coesão social. O Projeto é executado pelo Governo de Pernambuco – Brasil (através da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco), em parceria com os Governos Locais da Região Loreto - Peru, da Intendência de Paysandú - Uruguai e da Municipalidade de Bérgamo e Cesvi Fundação, ambas da Itália.

A visão expressa nesta publicação não reflete necessariamente a visão da
Comissão Européia

Última atualização: 25/03/2013

Projeto URBAL - Políticas Locais de Prevenção da Violência

O Projeto URBAL - Políticas Locais de Prevenção da Violência é um projeto de Cooperação Descentralizada entre governos da Europa e da América Latina, que se propõe a contribuir no fortalecimento de políticas locais de prevenção da violência em áreas urbanas em situação de vulnerabilidade, executado pelo Governo de Pernambuco - Brasil, em parceria com os Governos Locais da Região Loreto - Peru, da Intendência de Paysandú – Uruguai, da Municipalidade de Bérgamo - Itália e com a colaboração da Cesvi Fundação - Itália.

O Projeto URBAL foi formulado para apoiar os Governos locais na execução das políticas que contribuem para a coesão social e na consolidação dos mecanismos de prevenção da violência, além de apoiar à construção de relações internacionais entre Governos Locais Europeus e Latino-Americanos, facilitando o compartilhamento de conhecimento, o intercâmbio de boas práticas e a transferência de tecnologia.

O Projeto faz parte do Programa URB-AL III de cooperação regional da União Européia com os governos da América Latina e tem o objetivo de aumentar a eficácia das políticas públicas locais, consolidar os mecanismos de prevenção da violência e ampliar a participação da comunidade e do setor privado.

A execução do Projeto é prevista em 48 meses e teve inicio no dia 1 de janeiro de 2009. As áreas de intervenção das atividades do projeto são: o bairro de Santo Amaro, Recife – Pernambuco; o distrito de Belén, Iquitos – Região Loreto e as áreas urbanas mais vulneráveis da cidade de Paysandú – Intendência de Paysandú.

O projeto é financiado pela União Européia, com a contribuição financeira do Governo de Pernambuco, do Governo da Região Loreto e da Cesvi Fundação.

A proposta do Projeto URBAL é dirigida a dois diferentes grupos de destinatários. O primeiro grupo é formado pelas pessoas que participam ativamente do desenho e da execução das políticas de prevenção da violência: funcionários públicos, empresários e funcionários das entidades privadas, associações da sociedade civil e representantes das comunidades.

O segundo grupo é constituído pelos habitantes das zonas mais vulneráveis das áreas de influência do Projeto que participam diretamente como receptores dos benefícios gerados pela aplicação das políticas de prevenção da violência.

O Projeto URBAL tem como principais componentes de suas atividades as visões de:

O Programa URB-AL III reforça o papel dos governos locais na criação e gestão das políticas públicas que contribuem com a coesão social, estimulando dinâmicas nas relações entre as instituições públicas e os atores implicados no desenvolvimento local, estimulando desta maneira uma melhoria das políticas públicas e aportando meios para uma aplicação mais adequada das já existentes.

O URB-AL III é um programa de Cooperação Descentralizada com o objetivo de consolidar e promover políticas públicas que reafirmem o papel central dos governos locais e de suas políticas públicas na geração, criação e gestão de processos de Coesão Social e de desenvolvimento sustentável nos territórios.

A coesão social é uma prioridade política das relações entre a União Européia e os países de América Latina e, mediante o Programa URB-AL III, está sendo promovida através de vários eixos de intervenção: governabilidade local, cooperação entre áreas e ações fronteiriças, transfronteiriça, migração, gestão dos resíduos urbanos, segurança pública, ocupação feminina, desenvolvimento urbano e gestão do território.

Além disso, o programa coloca os governos locais dentro de um circuito internacional que promove o intercâmbio e o compartilhamento de boas práticas

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